Aviso III Enlesbi (!!)

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INSCRIÇÕES: III ENLESBI-Bahia

Lésbicas e Mulheres Bissexuais,

Iniciou-se o processo de inscrição para o nosso III EnLésBi do Estado da Bahia, que acontecerá nos dias 12 à 15 de agosto de 2015, em Salvador. Estamos esperando sua inscrição! Qualquer dúvida mande um e-mail para nós: enlesbibahia@gmail.com
Não perca o prazo, inscrições de 06/07 a 13/07 de 2015! Link de inscrição:http://goo.gl/forms/XwlkJmg6Rf

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Protesto das travestis e transexuais de Salvador pelo direito de mudança de nome no registro civil

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O Grupo Gay da Bahia (GGB) e a Associação de Travestis e Mulheres Transexuais de Salvador (Atras) realizaram nesta terça-feira (22), às 15h, em frente ao Fórum Rui Barbosa, no Campo da Pólvora, em Salvador, uma manifestação contra a decisão da Vara de Registros Públicos, que negou o pedido de mudança de nome no registro civil à transexual Millena Passos, presidente da Associação de Travestis de Salvador (ATRAS). A magistrada que negou o pedido alega ser necessária a realização da cirurgia de readequação, pela qual Millena ainda não passou, para que seja realizada a mudança do nome. Para a justiça regente na Bahia, laudos médicos e psicológicos que comprovem as condições de transexualidade não são suficientes. O manifesto teve o intuito de chamar a atenção da sociedade e do judiciário baiano em relação ao tema. “Isso mostra a forma opressiva que estamos vivendo nos dias atuais. A cirurgia não vai mudar quem eu sou verdadeiramente. Lamento pelo parecer negando um desejo meu e a decisão mostra a transfobia de forma clara”, declarou Millena. A utilização do nome masculino é uma frequente causadora de constrangimetos para as travestis e transexuais, sendo uma das diversas causas ligadas à transfobia que mais contribuem para o afastamento de travestis e transexuais do âmbito escolar. Muito frequentemente, travestis e transexuais chegam apenas a concluir o ensino fundamental, devido à transfobia ainda muito fortemente presente nas escolas brasileiras (bem como em praticamente todos os espaços sociais).

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Mesa de Diálogos – Estratégias de Combate à Homofobia na Educação!

Mesa de Diálogos - Estratégias de Combate à Homofobia na Educação!

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Roda de conversa sobre gênero e ação do Diadorim no Dia da Visibilidade Lésbica!

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O convite para ministrar a Roda de Conversa sobre Gênero da Semana de Psicologia da UNEB, no Departamento de Educação, não poderia ter caído numa data mais marcante para Virgínia Nunes, do Diadorim: 29 de Agosto (quinta-feira passada), oDia Nacional da Visibilidade Lésbica. Essa Roda de Conversa caiu como uma luva para a data, representando uma oportunidade de dar a esta mais visibilidade, comemorando e valorizando-a, além de plantar sementes de reflexão nas mentes das pessoas a respeito dos questionamentos e reflexões possíveis quando o tema a ser discutido é gênero.

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É claro que Virgínia não se limitou a fazer a roda girar em torno apenas das questões referentes gênero – e nem haveria como! A roda mostrou o quanto o universo composto por tudo o que se relaciona e dialoga com o tema é, semdúvida, vasto. Dessa forma, o movimento da roda não deixou de abordar a temática da diferença entre gênero e orientação sexual, da heteronormatividade a qual rege nossa sociedade, da misoginia, do machismo e da violência contra a mulher, tudomuito inter-relacionado, partes integrantes, de fato, de um ciclo. Esse universo tão rico foi tratado com participação efetiva dos integrantes da roda (como toda boa roda de conversa deve acontecer), dentre os quais estava inclusa a jovem equipe de estagiários e monitores do Diadorim: Fagner Dosan (ciências contábeis), Bárbara Gesteira (design), Adriana Batista (psicologia) e Cauê Ribeiro (psicologia). Foi, sem dúvida, um processo necessário e enriquecedor para todos os presentes.

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Nesse dia, também realizamos no Departamento a ação “Diadorim em Movimento”, em parceria com a LBL, pela Visibilidade Lésbica. Levamos a memória visual do Diadorim, com suas macro-ações,fizemos uma exposição no saguão e colamos várias frases pelo corredor. Além disso, distribuímos cartilhas sobre a Lei Maria da Penha. Foi tudo de bom! Parabéns à equipe do Nugsex-Diadorim!

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Fica a dica de inclusão de uma rodacom o tema “sexualidades” para a próxima Semana de Psicologia, pois na programação desse ano a temática passou despercebida, tendo sidoinclusa apenas a roda sobre gênero. No mais, seguiremos com a luta. Mais uma incansável vez: viva o Dia da Visibilidade Lésbica!

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Nota da Comissão da Diversidade Sexual da OAB-Bahia sobre o Dia Nacional da Visibilidade Lésbica

“A Comissão da Diversidade Sexual e Enfrentamento à Homofobia, da Ordem dos Advogados do Brasil, Secção Bahia, manifesta, neste 29 de agosto, Dia Nacional da Visibilidade Lésbica, o seu irrestrito apoio às milhões de cidadãs brasileiras homossexuais que, diuturnamente, enfrentam preconceitos sobrepostos; dentre os quais, os motivados por serem mulheres e lésbicas a um só tempo. Entendemos de enorme relevância o combate à lesbofobia em todas as suas dimensões, especialmente as de gênero e orientação sexual, bem como acertado o uso da sigla LGBT ou LGBTTT, iniciando-a, pois, com enfoque para as lésbicas (englobadas na primeira letra), porque a sua maior invisibilidade é primeiro reforçada pelo fato de serem mulheres e, por isto, clamam uma atenção maior pelos movimentos sociais e por toda a sociedade. As lésbicas, em sua maior parte, são vítimas de um machismo heterossexista extremado, manifestado em violências das mais diversas (simbólica, moral, física, dentre outras), infelizmente ainda detectadas no cotidiano das mesmas, tolhendo-lhes o exercício de muitos direitos; entre esses, o principal: o de expressarem livremente a sua orientação sexual, ou seja, o direito fundamental de amarem o mesmo sexo; outras mulheres. Desejamos, portanto, que o dia 29 de agosto de 1996, quando o marco histórico do SENALE (Seminário Nacional das Lésbicas) repercutiu em nosso país, seja lembrado todos os dias como forma de renovação da luta pelo integral respeito à diversidade sexual das mulheres que se sentem felizes ou realizadas afetivamente relacionando-se e amando outras mulheres. A nossa Comissão se coloca como co-participante desta luta e parabeniza todas as lésbicas brasileiras!“

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Feliz Dia da Visibilidade Lésbica! E viva o Enlésbi!

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O dia de amanhã, 29 de Agosto, representa mais uma data da qual devemos nos orgulhar e valorizar com força: o Dia da Visibilidade Lésbica. Consciente disso, e com o objetivo de aproveitar a oportunidade para dar mais visibilidade à data, além de plantar sementes de reflexão nas mentes das pessoas a respeito da relação lésbicas-sociedade em suas mais variadas instâncias, o Diadorim estará presente na UNEB a partir de 2h da tarde, no prédio de Educação, panfletando, socializando com as pessoas e informando-as a respeito das ações e eventos promovidos pelo Núcleo.

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Para embelezar ainda mais essa data, segue abaixo a carta aberta gerada pelo I Enlésbi (Encontro de Lésbicas e Mulheres Bissexuais do Estado da Bahia), fruto de todo o suor, beleza, força, atitude e garra do qual foi construído o evento, desde os primeiros passos da sua concepção. O Primeiro Enlésbi ocorreu nos dias 16 e 17 de Agosto de 2013, no Hotel Grande da Barra, em Salvador. Ano que vem, sua cidade-sede será a querida Feira de Santana.

 

Carta Aberta – Encontro de Lésbicas e Mulheres Bissexuais do Estado da Bahia

Unidas pelo desejo de construir lesbianidades e feminismos críticos, do tipo radical, visceral, criativo, libertário, heterodissidente, livres de violências de gênero, nós, participantes do 1º EnLesBi – Encontro de Lésbicas e Mulheres Bissexuais da Bahia, realizado em Salvador – Bahia, no Grande Hotel da Barra, nos dias 16 e 17 de agosto de 2013, com propósito de fomentar formação política, combater o sexismo, machismo, racismo, lesbo/bifobia e de criar redes de solidariedade, produção e difusão de conhecimentos relevantes para as lésbicas, bissexuais e suas/nossas lutas, após gingar nossas lesbianidades e feminismos em diferentes rodas de conversas, de forma coletiva e solidária reconhecemos:
• que os direitos humanos têm sido cerceados por conta de ideologias totalitárias, extremamente conservadoras e moralistas, embasadas muitas vezes por fundamentalismos religiosos que não respeitam as diferenças;
• que o estado que não garante a laicidade viola os direitos humanos;
• a necessidade do Estado reconhecer as lésbicas e mulheres bissexuais como sujeito político, bem como suas formas de organização;
• a urgência na implementação do Eixo 9 – Enfrentamento ao Racismo, Sexismo e Lesbofobia – do Plano Nacional de Políticas para Mulheres;
• o descaso na implementação de ações de saúde integral da mulher lésbica previstas no Plano Nacional de Saúde da população LGBT;
• o imperativo sobre a implementação do Centro de Referencia LGBT de Salvador;
• a necessidade de pactuações entre esferas de governo e avanços intersetoriais com garantias orçamentárias para efetivação de políticas públicas para lésbicas e mulheres bissexuais.
• que é preciso reinserir no artigo 1 do PLC 122 o termo “gênero” , como segue:
Art. 1º Serão punidos, na forma desta Lei, os crimes de ódio e de intolerância, sendo estes os praticados por motivo de discriminação ou preconceito de gênero identidade de gênero, orientação sexual, idade, deficiência ou por outro motivo assemelhado, indicativo de ódio ou intolerância.

Certas de que o cenário político da Bahia e do Brasil exige ação/reação nossa a cada dia frente a situação de vulnerabilidade e violência a que estão submetidas as lésbicas e mulheres bissexuais das Américas, transformando nossa pluralidade em potência revolucionária, discutimos e aprovamos as seguintes deliberações:
1. Criar o Fórum de Lésbicas e Mulheres Bissexuais da Bahia – fórum.enlebi.bahia;
2. Fomentar junto aos e às parlamentares da Bahia a elaboração e aprovação de leis municipais em todo território baiano reconhecendo o dia 29 de agosto como o dia municipal da visibilidade lésbica;
3. Fomentar junto aos e às parlamentares da Bahia a elaboração e aprovação de leis municipais em todo território baiano criando conselhos municipais de políticas para a população LGBT;
4. Propor, junto aos e às parlamentares da Bahia, a elaboração e aprovação de leis municipais de combate a homofobia, lesbofobia e transfobia em todos os municípios da Bahia;
5. Reivindicar implementação urgente do Centro de Referencias LGBT de Salvador;
6. Realizar anualmente o ENLESBI BAHIA durante as ações da visibilidade lésbica em parceria com o poder público, universidades e movimentos sociais;
7. Realizar o II ENLESBI BAHIA (2014) no município de Vitória da Conquista; sob Coordenação Geral do Grupo de Lésbicas Safo;
8. Promover a realização de ENLESBI Norte e Nordeste;
9. Realizar durante a “Campanha de 16 dias de ativismo pelo fim da violência contra as mulheres”, que acontece no período de 20 de novembro a 10 de dezembro de 2014, um “ENLESBI TEMÁTICO” para discutir DST e feminilização da AIDS.
Salvador, 17 de agosto de 2013
Assinam essa Carta Aberta:

1. FÓRUM BAIANO LGBT,
2. LIGA BRASILEIRA DE LÉSBICAS – ABL,
3. DIADORIM – NÚCLEO DE ESTUDOS DE GÊNERO E SEXUALIDADE DA UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA,
4. GRUPO AMULETO-Salvador,
5. COLETIVO KIU! – Salvador,
6. ARTICULAÇÃO BRASILEIRA DE LÉSBICAS – ABL,
7. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE GAYS, LÉSBICAS, BISSEXUAIS, TRVESTIS – ABGLT,
8. REDE NACIONAL DE NEGRAS E NEGROS LGBT,
9. CONSELHO NACIONAL DE DIREITO DA MULHER – CNDM,
10. CONSELHO NACIONAL DE SAÚDE –CNS,
11. CONSELHO NACIONAL DE COMBATE À DISCRIMINAÇÃO LGBT-CNLGBT,
12. UNIÃO NACIONAL DE ESTUDANTES – DIRETORIA LGBT,
13. GLEIGS – GRUPO DE LEITURA E ESTUDOS INTERDISCIPLINARES DE GÊNERO E SEXUALIDADE – CAMPUS XIV – UNEB –Conceição do Coité,
14. GRUPO HUMANOS – Itabuna,
15. GRUPO DE MULHERES ALOYDE YALODÊ – Salvador,
16. KIZOMBA ARCO-ÍRIS – Recôncavo baiano,
17. GRUPO CACTOS – Irecê,
18. GRUPO DE LÉSBICAS E MULHERES BISSEXUAIS SAFO – Vitória da Conquista,
19. ASSOCIAÇÃO BENEFICENTE CULTURAL E RELIGIOSA OMO GIDIBI –Simões Filho,
20.GRUPO LGBT SOL – Jequié,
21. GRUPO CONTRA PRECONCEITO –Simões Filho,
22.ACONTECE LGBT –Santa Catarina,
23.KIZOMBA ARCO-ÍRIS – Vitória da Conquista,
24.COORDENAÇÃO DA DIVERSIDADE – SUDEB,
25.MOVIMENTO DE LÉSBICAS E MULHERES BISSEXUAIS DA BAHIA – Sto. Antônio de Jesus,
26.COLETIVO OVEJA NEGRAS – Uruguai,
27.GRUPO OMNI BAHIA – Salvador e Recôncavo baiano,
28.LILAS- LIGA DE LÉSBICAS –Lauro de Freitas,
29.GAMI – GRUPO ALTERNATIVO DE MULHERES INDEPENDENTES – RN,
30.GRUPO SAPAS DE MOCHILA – Salvador,
31. INSTITUTO NZINGA DE CAPOEIRA DE ANGOLA/Coord. de Estudos de Raça, Gênero e Sexualidade – Salvador,
32.COLETIVO LESBIBAHIA – Salvador,
33.ASSOCIAÇÃO DE MORADORES DO CONJUNTO SANTA LUZIA –Salvador.

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